Um panorama sobre a Região Norte do Brasil

~melhor conferindo no computador panorama da região norte

A Região Norte talvez seja a menos conhecida dentre as cinco regiões brasileiras. No entanto, se observados alguns dados sobre ela, eles impressionam bastante. Essa região, que reúne os estados de Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, é a maior do Brasil territorialmente.

Do ponto de vista profissional, esse grande território pode ser sinônimo de muitas oportunidades de trabalho. Então, se você mora na Região Norte do Brasil e sempre teve dúvidas se deve cursar uma faculdade por aqui ou se mudar, este panorama foi escrito para você.

Neste artigo, falaremos sobre a história e características dessa região, além das possibilidades de estudo e trabalho que ela oferece. Boa leitura!

Uma introdução à Região Norte do Brasil

Ainda falando sobre o seu tamanho, a Região Norte cobre quase metade do território nacional. Sua área é maior que a da Índia ou todos os países da União Europeia juntos. O estado do Amazonas sozinho é maior que muitos países. Impressionante, não é?

De fato, o Norte tem dimensões continentais, e o tamanho do território é sempre uma amostra do potencial político e econômico de uma região, ainda mais se considerarmos que a população nortista é muito pequena, se comparada à sua extensão. Segundo dados do IBGE, tornados públicos pelo portal G1, são apenas 18,4 milhões de habitantes, menos de 10% da população do país.

E por que todos esses números são importantes? Simples: eles descortinam uma terra de riquezas naturais, capacidade turística e econômica e muito potencial social relativamente inexplorados. São culturas, modos de vida e trabalho diversos que se alternam ao longo dos 8 estados.

Um pouco sobre a história da Região Norte

A atenção dos portugueses para o Norte do Brasil demorou a ser despertada. Foi apenas em 1616 que eles passaram a ocupar essas terras. O primeiro foco de interesse foi o mais estratégico: construir fortes para defender, sobretudo, as fronteiras que levam à Amazônia.

Isso motivou um modesto — até para os padrões populacionais da época — povoamento da região, muito ligado à transferência de militares e ao êxodo pontual de alguns grupos civis isolados. Essa imigração faz parte do movimento das Entradas e Bandeiras do século 17, que teve como sequência o estabelecimento de pequenas escolas jesuítas na região.

O início da educação na Região Norte

O movimento religioso estava diretamente relacionado ao estabelecimento das escolas no país, que também começou por essa época no resto do território brasileiro. Então, durante a História da Região Norte, se o povoamento foi tardio, o mesmo não se pode dizer da tradição de ensino.

Ao longo dessa ocupação, não foi apenas a educação que se desenvolveu. O território nortista passou por muitas transformações, e elas foram fundamentais para ele chegar ao que é hoje. A história do Norte é também muito heterogênea, se avaliarmos cada estado separadamente.

As mudanças políticas de cada estado

O Acre só foi anexado ao território brasileiro em 1900. Antes disso, essa região já havia pertencido à Bolívia e constituído, por um curto período, um país independente, à época chamado de República do Acre.

Foram os brasileiros que demonstraram interesse em emigrar para esse lugar. Seu estabelecimento fez com que a cultura do nosso país prosperasse no local, o que seria fundamental para anexarmos o território de maneira mais ou menos pacífica alguns anos depois.

Boa parte da distribuição e êxodo da população do Norte se deveu à busca extrativista. Devido às atividades de extração da borracha, muitos brasileiros migraram para o Acre, Amapá e, principalmente, Amazonas, em busca de trabalho.

O território amazonense segue como o grande expoente econômico da região, mas isso não significa que ele seja o único. Como veremos, num panorama, a Região Norte ainda figura pouco no imaginário brasileiro e, muitas vezes, é lembrado apenas por causa da Amazônia, um reducionismo da política, economia e cultura locais.

A exemplo do que aconteceu com o Acre, o Amapá também foi alvo de disputas entre Portugal e Espanha. Esse estado sempre foi cobiçado como parte da Guiana Francesa, e as suas riquezas naturais — principalmente a enorme quantidade de ouro que era encontrada lá, à época — o colocava como foco de contendas armadas ou diplomáticas.

O extrativismo do século 20

A cana-de-açúcar também foi muito cultivada na região, tendo ocasionado disputas por terra e alimentado o sonho dos camponeses em busca de oportunidades de trabalho. Isso aconteceu sobretudo no século 20, e a monocultura de exportação acabou restringindo um pouco o desenvolvimento tecnológico do Norte. Nada, porém, que não pudesse ser retomado depois, na segunda metade do século.

Ao longo do período de extração e venda da borracha das seringueiras, a região foi um dos maiores alvos da biopirataria dos navios ingleses, mas isso também motivou o desenvolvimento da frota comercial e militar brasileira, além das tecnologias de navegação.

A importância da Amazônia

O interesse estratégico mundial pela região Norte é antigo, e tem como motivo principal a enorme fonte de recursos naturais e minério que é a Amazônia. Trata-se da maior floresta de baixa latitude do mundo, e ela está contida em sua quase totalidade no território brasileiro, o que atrai interesses de todos os tipos para o nosso país.

A Amazônia e seu estudo motivam o desenvolvimento de tecnologias as mais diversas, e incentivam os estudos locais nas áreas de Ciências Humanas, Biológicas, assim como disciplinas de Geologia e Geografia. Muitos dos nossos laboratórios e cientistas são, por esse motivo, considerados referências no mundo.

Com base nesse histórico, não é exagero afirmar que a grande tendência, nos próximos anos, é que a mentalidade extrativista, que sempre cercou a economia da Região Norte e o seu imaginário, cedam lugar:

  • à ciência;
  • à tecnologia focada na sustentabilidade;
  • ao desenvolvimento de estudos e pesquisas de primeira linha do Brasil para o mundo.

As características da Região Norte do Brasil

Agora que você conhece os detalhes históricos mais importantes da Região Norte, vamos dar um panorama e compreender como esse desenvolvimento, de fato, impacta o que ela é hoje. Afinal, trata-se de uma área subestimada, que contempla oportunidades de estudos e trabalho.

Em outras palavras, não é exagero se nos referirmos ao Norte como uma enorme seara inexplorada do ponto de vista profissional. Também há uma tendência de diversificação das vagas, de modo que elas fiquem menos concentradas na indústria, como vinha acontecendo nas últimas décadas.

O clima do Norte é equatorial úmido, o que significa que as temperaturas médias são maiores que as registradas no sudeste do Brasil, por exemplo. As chuvas, no entanto, acontecem também com mais frequência, o que ajuda a tornar a percepção da temperatura agradável.

Sua população tem fortes traços indígenas na sua formação. O movimento imigratório nordestino também é e foi muito grande ao longo dos anos, o que confere traços culturais, sociais e étnicos marcantes e diversos ao povo nortista.

Curiosamente, os estados do Acre e de Rondônia receberam grande imigração gaúcha e paranaense, fazendo pouca diferença à enorme distância entre esses estados.

A cultura da região teve muita influência da população indígena, que já habitava a região antes dos colonizadores. As crenças dos povos originários, que sofreram influência do cristianismo imposto desde o processo de colonização, são resgatadas em festas tradicionais conhecidas, como a do Boi-Bumbá.

O Círio de Nazaré é uma das datas cristãs mais importantes na região, sendo o principal evento do calendário paraense. Veja, a seguir, mais alguns destaques e panorama da Região Norte.

Desenvolvimento

A indústria local é muito desenvolvida graças à Zona Franca e ao Polo de Manaus, regiões que historicamente receberam muito incentivo fiscal do governo brasileiro para o desenvolvimento desse setor.

Assim, são fabricados nessas localidades eletroeletrônicos, artigos de informática, automóveis, alimentos industrializados e produtos químicos, principalmente. Esse enorme foco produtivo manauara é responsável, inclusive, por abastecer a maior parte do país de determinados tipos de tecnologia.

A mineração também é um elemento econômico considerável. A maior área extrativa de minério do Brasil se encontra em Carajás, cuja exploração fica a cargo da Vale, mineradora brasileira de capital misto e com presença no mundo todo.

Como aconteceu com quase todos os povos do mundo, o desenvolvimento da população e das atividades econômicas do Norte aconteceu em torno de rios. Nesse caso, ao longo das bacias do Amazonas e Tocantins-Araguaia.

Aos poucos, à medida que o saneamento foi se aprimorando, essas atividades foram chegando a outras regiões. Isso permite afirmar que a distribuição das oportunidades econômicas pelo território do Norte tem ficado mais regular, com o passar dos anos.

Oportunidades profissionais

Segundo dados da Revista Exame, a grande oferta de vagas em Carajás, no Amapá, fez com que a região se destacasse na geração de empregos em 2017. Naquele ano, o estado do Amazonas também registrou um índice histórico na sua indústria de transformação, gerando mais de 10.000 vagas de emprego direto e indireto.

A tendência é que a empregabilidade da Região Norte deixe de ser tão atrelada aos setores primários da economia e se diversifique. A indústria já é um expoente dessa diversificação, mas as áreas de Ciências Biológicas, Engenharias e tecnológicas em geral devem seguir crescendo.

Quais são as profissões em alta na Região Norte

A exemplo do que acontece em outras regiões do país, o Norte tem uma demanda profissional dependente da sua realidade e possibilidades de desenvolvimento econômico. Então, em um contexto em que áreas inexploradas da indústria e outros setores começam a se desenvolver, novas possibilidades profissionais também se abrem.

A tecnologia tem papel fundamental nessa transformação, já que ela gera outras necessidades e ocupações, transformando consideravelmente o mercado de trabalho como o conhecemos. É a chamada Quarta Revolução Industrial. Com ela, inclusive, foi possível o crescimento do trabalho informal no Norte.

Abaixo, separamos algumas das áreas que consideramos mais promissoras. Vale lembrar, no entanto, que a oferta de profissões na Região Norte é tão diversificada quanto em qualquer outra região. O que muda são demandas específicas para cada cargo ou ocupação.

Engenharias

Um dos cursos mais tradicionais do Brasil desde há muitos anos, as Engenharias diferem muito entre si, tanto nas disciplinas estudadas quanto no tipo de profissional que formam. Também as vagas no mercado de trabalho são as mais diversas.

Então, é possível encontrar postos de trabalho na indústria para os formados nos cursos de Engenharia de Controle e Automação, Mecânica, Elétrica e Eletrônica, por exemplo. A Engenharia Civil, por sua vez, costuma colher mais os frutos de investimentos públicos em infraestrutura.

Também são muitos os novos tipos de Engenharia que aparecem como consequência da evolução tecnológica. Como exemplo dessas novas profissões, podemos citar a Engenharia de Softwares, Engenharia de Produção (voltada à otimização de processos industriais por meio de cálculos antes impossíveis) e outras.

O estudo dos engenheiros vem mudando progressivamente, uma vez que o mercado de trabalho tem exigido menos especialização e mais as habilidades conhecidas como soft skills, que até então passavam ao largo das competências na área.

Isso acontece porque boa parte dos cálculos complexos de estruturas que os engenheiros faziam são realizados quase instantaneamente por programas de computador. O resultado dessa mudança é que esses profissionais acabam arcando com tarefas não desempenháveis por máquinas, como gestão de equipes e supervisão do trabalho.

Assim, o mercado passa a exigir dele um perfil agregador, de liderança e antenado também em técnicas de gestão, segurança do trabalho e operacionalização. Um engenheiro de produção, por exemplo, ganha uma média salarial de R$8.341,37.

Tecnologia da Informação (TI)

O universo de TI é muito abrangente. Pressupõe a análise, criação ou implantação de sistemas. Também pode estar relacionado a estruturas de hardware, implementação de tecnologias e assistências a redes de computadores.

Quando trata das possibilidades de trabalho do desenvolvedor, a Tecnologia da Informação torna-se uma das áreas de trabalho com maior demanda na Região Norte e no resto do Brasil. A empregabilidade desse curso é alta, e os salários costumam estar acima da média para outras profissões. Para trabalhar como CTO, ou diretor de TI, a remuneração gira em torno de R$20.980,93.

Aqui na FAMA, oferecemos dois cursos para quem deseja se inserir no mercado da Tecnologia: Ciência da Computação e Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Biomedicina

Não confunda o biomédico com o médico. O primeiro não tem vivência de consultórios, cirurgia ou qualquer das rotinas ambulatoriais que todos conhecemos.

Diferentemente do seu colega de área cuja profissão é mais conhecida, o profissional da Biomedicina atua nos laboratórios. Sua função é pesquisar, experimentar e sintetizar substâncias, método que o leva a descobrir a relação delas como comportamento de microrganismos e possibilidades de cura as mais diversas.

A fauna e flora ricas da Região Norte — que dificilmente encontram paralelo em outras regiões do Brasil — proporcionam aos estudantes do curso de Biomedicina um campo de estudo muito atraente. A quantidade e variedade de microrganismos presentes nos ecossistemas, seus estados evolutivos e também as doenças e curas que proporcionam podem ser estudadas muito melhor aqui.

Exatamente por viver próximo de ecossistemas tão propícios é que o biomédico, ao se formar, colhe os frutos de estar no lugar certo. Com tantos estudos sendo desenvolvidos, a empregabilidade para os formados (e também a quantidade de vagas de estágio) é enorme.

Essa é, sem dúvidas, uma das profissões da área da saúde mais promissoras para quem vive na Região Norte. Para desempenhar esse importante papel na sociedade, o biomédico recebe uma média salarial de R$2.654,25.

Odontologia

O Brasil é um dos destaques internacionais na área de Odontologia. A maior parte dos outros países não tem condições de oferecer tratamentos tão especializados com baixo custo a um número tão grande de pessoas. É também uma boa profissão para quem deseja o próprio negócio, com seu consultório odontológico.

As especializações dessa área (como é o caso da Ortodontia e das cirurgias buco-maxilo-faciais, apenas para citar alguns exemplos) costumam gerar excelentes remunerações, embora a carga de estudo também seja alta.

O estudante de Odontologia deve estar em uma busca constante por especialização e sua rotina de estudos é intensa e cansativa. No entanto, também são muitas as oportunidades profissionais e altos os salários disponíveis no mercado. Para poucas horas trabalhadas por semana, um ortodontista recebe R$3.713,36 e o cirurgião dentista, R$4.352,85.

Uma curiosidade sobre essa profissão é que o dentista formado pode se especializar em áreas não diretamente relacionadas à sua graduação. Dois exemplos disso são a Homeopatia e a Acupuntura, parte das chamadas medicinas alternativas, que têm tido sua eficácia comprovada por novas pesquisas.

Embora o mercado seja atrativo, hoje, apenas 400 faculdades no Brasil oferecem cursos de Odontologia. Dentre elas, a FAMA se destaca pela qualidade nas diferentes modalidades de ensino, com seus cursos presenciais, semipresenciais e online.

Agronomia

As oportunidades de trabalho na área de Agronomia estão distribuídas por todos os estados da Região Norte. No entanto, tradicionalmente, os cursos de formação eram mais numerosos no Pará e em Rondônia.

Essa oferta tornou-se mais homogênea, e o estado do Amazonas — sobretudo a capital Manaus — assim como o Amapá oferecem muitos dos melhores cursos de Agronomia do Brasil. Esses estados são grandes produtores agrícolas do mundo e, por esse motivo, não poderiam deixar de ser também um polo de oportunidades.

O cultivo da soja no Norte envolve áreas de enormes proporções, e as atividades ligadas ao setor primário geram muita demanda pela Agronomia. São oferecidas, todos os anos, dezenas de milhares de vagas de emprego direto ou indireto na área, com médias salariais de R$7.537,73.

Ciências Biológicas

Existem nada menos que 79 tipos diferentes de emprego na área de Ciências Biológicas. Com números impressionantes como esses, fica fácil deduzir que, embora esse conhecimento não seja parte do senso comum, a profissão do biólogo é extremamente versátil.

Alguns campos de estudo aproximam o profissional do microbiologista, outros do trabalho do biomédico, descrito acima. A exemplo do que acontece com este último, a diversidade da fauna e flora da Região Norte são um grande catalisador tanto dos estudos quanto das oportunidades de trabalho dos biólogos.

Esse profissional pode se formar tanto na modalidade Bacharelado quanto Licenciatura. Se licenciado, também se abrem para ele as vagas para dar aulas em escolas regulares ou cursos superiores. O campo de ensino na área de Biologia é tão vasto quanto o de pesquisas, com salários de R$3.585,21.

Questões que, embora tardiamente, começaram a fazer parte das políticas públicas brasileiras nos últimos anos, como é o caso da sustentabilidade, aquecimento global e efeitos do gás carbônico na atmosfera, envolvem diretamente o trabalho do biólogo.

Se, antes, tratava-se de uma política desenvolvida pelo poder público, com o rigor crescente das legislações, empresas de todos os portes também foram obrigadas a se adequar.

Há, ainda, muitas novas profissões que nascem da união dos conceitos biológicos com a tecnologia. Por exemplo, a bioinformática, que cuida dos estudos das funções dos genes e outras aplicações de última geração que se dedicam a mapear o DNA humano e animal.

Ao escolher qualquer uma dessas profissões, você encontra na FAMA uma grande parceira na construção da sua carreira. Temos professores altamente qualificados, uma infraestrutura completa, benefícios como o Canal Conecta e formas de ingresso facilitadas.

Vale a pena viver e estudar nessa região?

Como você deve ter concluído ao ler este panorama, a localidade se faz valer pela diversidade da sua cultura e multiplicidade de oportunidades de estudo e trabalho nos estados da Região Norte do Brasil. Investir na educação e viver por aqui é, portanto, uma grande oportunidade para jovens que buscam uma faculdade.

Ao optar por um estado na Região Norte para morar, não deixe considerar o Amapá, mais precisamente onde fica Macapá. Afinal, por tudo que explicamos ao longo deste artigo, a área tem se tornado polo de formação e emprego de profissionais, e isso não se resume a estados como Amazonas e Pará, a exemplo do que acontecia há alguns anos.

Além disso, é característica local a coexistência de deslumbrantes paisagens e trechos urbanos que propiciam toda a praticidade que se espera da infraestrutura das capitais. O melhor de dois mundos, com qualidade de vida e comodidade.

Macapá é também um polo econômico. Essa capital tem indústrias que compõem a chamada Zona Franca Verde, e que têm recebido grandes aportes de capital brasileiro e estrangeiro. As projeções são de que, apenas nessa zona, sejam abertos 200 novos postos de trabalho imediatamente. Nada mal para quem busca os estudos visando a melhores condições de trabalho, não é mesmo?

Venha viver e estudar em Macapá e melhore sua qualidade de vida, suas expectativas profissionais e os estudos de graduação e pós. Com certeza, essa cidade é uma ótima escolha para o seu presente e futuro!

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