Economia do Amapá: entenda o crescimento do estado

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Uma boa carreira é fruto de muito planejamento. Assim, escolher uma profissão e destacar-se em uma área de atuação, qualquer que seja ela, começa com uma análise econômica apurada do lugar onde se deseja viver e trabalhar. Foi pensando nisso que criamos este artigo sobre a economia do Amapá.

Esse estado guarda oportunidades muito interessantes para aqueles que se propõem, por exemplo, a morar na capital, Macapá, e trabalhar nos seus limites. Ele é, portanto, uma possibilidade de futuro sólido e de qualidade de vida acima da média.

Pelo fato de os olhos do país ainda não estarem voltados para o Amapá, você deve considerar compreendê-lo. Por meio desse estudo, vai ser possível desenvolver uma carreira mais sólida, evitando concorrer com a maior parte dos seus colegas, cujos interesses estão mais voltados a vagas de emprego no Sudeste e no Sul do país.

Continue a leitura e entre em contato com informações muito ricas sobre a economia do estado do Amapá, sobre a maneira como vivem seus habitantes e sobre projeções econômicas confiáveis. Com certeza, isso vai ajudar você a escolher a profissão certa no local certo!

Uma breve introdução ao estado do Amapá

O primeiro passo para compreender a economia do Amapá é examinar a fundo suas características territoriais. Esse estado está situado na Região Norte do Brasil, mais precisamente acima do estado do Pará, com o qual faz fronteira.

O Amapá tem limites comuns também com o Suriname e a Guiana Francesa, além de ser banhado pelo Oceano Atlântico. Em extensão, está longe de ser um dos maiores do Brasil, mas também não se encontra entre os menores: tem pouco menos de 142 milhões de quilômetros quadrados e sua população, segundo o IBGE, está na casa dos 845.731 habitantes.

Ele é cortado pelo Rio Oiapoque, famoso por banhar a região de mesmo nome e que define o limite norte do território brasileiro.

A divisão desse território é curiosa, principalmente se a compararmos com outros estados do Brasil. O Amapá tem apenas 16 municípios, dentre os quais a sua capital, Macapá. Esse número reduzido de cidades tem um motivo: cerca de 73% da área total do estado é coberta pela Floresta Amazônica, não sendo, portanto, urbanizado.

O que é possível esperar desse estado tão peculiar, localizado no extremo norte brasileiro? É razoável dizer que sua economia é forte o suficiente para absorver toda a mão de obra disponível, assim como a produção econômica e intelectual produzida no estado?

Existem previsões sólidas de crescimento, de modo que não seja necessário aos moradores do estado mudar de cidade ou de estado para estudar? Como é a distribuição populacional do Amapá e sua influência na oferta de vagas de emprego regional?

As principais atividades econômicas amapaenses são diversas o suficiente para abarcar todos os tipos de profissionais formados no estado? Vale a pena apostar em determinadas áreas, em detrimento de outras, para ter maior acesso a vagas de emprego no estado?

Essas são algumas das perguntas às quais pretendemos responder nas próximas linhas.

Um pouco da história da economia do Amapá e sua evolução

Em 1637, época da divisão do país em capitanias hereditárias, a região que hoje chamamos de Amapá foi doada ao português Bento Manuel Parente, um militar conhecido por suas habilidades de explorador e por seu grande conhecimento dos sertões brasileiros. Antes disso, porém, o Tratado de Tordesilhas havia concedido a região à Espanha.

Enquanto foi capitania, o Amapá chamou-se Costa do Cabo do Norte, e seus limites serviam de referência aos portugueses para compreender onde suas terras acabavam e como faziam fronteira com domínios holandeses e franceses. Na época, o Suriname pertencia à Holanda, e a Guiana Francesa, como o nome indica, à França.

Essa coexistência territorial com colônias de outros países fez com que as terras onde seriam o Amapá se tornassem palco de acirradas disputas bélicas ou diplomáticas.

As disputas territoriais

Os franceses, assim como os ingleses, que já detinham a Guiana, tentaram a todo custo anexar o Amapá, o que o tornou alvo estratégico à época. O território foi reivindicado pela França em 1713, em meio às discussões para o estabelecimento do Tratado de Utrecht.

Esse tratado foi uma medida emergencial para distribuir terras entre Portugal, Espanha, França e Holanda, ao mesmo tempo em que reconhecia Filipe de Anjou, rei francês, como monarca Espanhol. Ou seja, a falta de uma coesão europeia no que diz respeito a questões políticas tornava conturbadas as relações entre as colônias na América.

Por muitos anos o Amapá ainda seria alvo das incursões dos franceses. Depois do acordo de Genebra, a França desistiu das invasões. Então, o Amapá passou a fazer parte do estado do Pará, e a faixa coberta por ele, a essa época, foi denominada Araguari.

O Amapá no Brasil

Em 1943, a região veio a assumir as dimensões e os limites que tem hoje, denominando-se Território Federal do Amapá. O reconhecimento enquanto estado independente, no entanto, só chegou com a Constituição de 1988, fruto da constatação das necessidades políticas e expressões culturais peculiares do povo do estado.

Economicamente falando, as batalhas para manter a região foram recompensadas, já que o Amapá veio a se tornar uma área rica em ouro e desenvolveu bastante a atividade econômica da mineração no Brasil. Além disso, ele teve papel importante no ciclo da borracha, durante os séculos 19 e 20.

Com suas manifestações, síntese da coexistência entre índios e negros no território desde o início da colonização, o Amapá contribuiu muito para a identidade cultural brasileira. O Marabaixo, dança herdada dos negros africanos e misturada à cultura dos índios, é praticada até hoje no estado, e serve como exemplo do resultado artístico desses encontros étnicos.

Também foi forte a assimilação da festa do Boi-Bumbá (ou Bumba Meu Boi, celebração que guarda ligações com as culturas portuguesa, africana e indígena). Embora não tenha sido originada no estado, ela é uma forte representação da cultura da Região Norte no Amapá.

As previsões de crescimento para o futuro

Erroneamente deixado em segundo plano pelo senso comum quando se lembra da Região Norte, o estado do Amapá guarda suas surpresas. Principalmente, ele destaca-se nos pontos de vista da qualidade de vida e das oportunidades de crescimento.

Por exemplo, o estado tem o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Norte do país, e o 12º maior do Brasil, segundo dados do IBGE. Para quem pretende se mudar ou já mora na região e quer tentar uma vaga aqui na FAMA, com seus cursos presenciais e EAD (com modalidade semipresencial e 100% online) esse tipo de conforto é um ótimo ponto de partida.

Quanto ao mercado de trabalho no Amapá, em 2019, foram criadas quase 600 vagas de trabalho a mais que o número de demissões, segundo dados que veiculamos neste blog. Em um cenário de lenta retomada da economia brasileira, como a que o país experimenta nos últimos anos, esse pode ser considerado um dado muito otimista e favorável.

Além disso, a taxa de desocupação — que mede não apenas as pessoas desempregadas, mas também aquelas que não ocupam postos informais de trabalho — diminui a cada ano no estado. Esses números são quase os mesmos das grandes metrópoles do Sudeste brasileiro, o que mostra uma tendência geral de retomada econômica.

Segundo a mesma fonte, um profissional com curso superior que vive em Macapá ganha, em média, R$ 3.416,00. Esse valor fica ainda mais interessante se você souber que o custo de vida no Amapá nem de longe se compara àquele das grandes cidades do Sul e do Sudeste. Além disso, por se tratar de médias estaduais, esses valores podem ser muito maiores para algumas profissões, assunto que vamos discutir adiante.

Projetos na região

Existem, ainda, algumas ações, frutos de parcerias público-privadas, que incentivam os jovens do estado a começarem desde cedo o planejamento de suas profissões.

Um exemplo dessas ações é o Projeto Jovem Descolado, parceria do Sebrae do Amapá com o grupo GEA (grande fornecedor do ramo de processamento de alimentos no Brasil) e a Secretaria de Estado de Inclusão e Mobilização Social (Sims).

O projeto oferece cursos de formação a jovens em situação considerada de risco. Eles aprendem noções de empreendedorismo e são contaminados com projeções de mercado, o que ajuda a despertar sua curiosidade e seu senso de planejamento desde cedo.

Concursos públicos

Para quem almeja a estabilidade e as boas remunerações dos cargos públicos, o Amapá concentra boas oportunidades.

Nesses casos, o recomendável é começar a formação com cursos superiores que oferecem uma base sólida para as disciplinas dos concursos. Como exemplos deles, podemos citar:

  • Letras, que direcionam o estudo da gramática e da produção textual;
  • Direito, que oferece um norte na assimilação das leis que vão ser cobradas nas provas de concurso e;
  • Administração, o primeiro passo para uma formação complementar ou pós-graduação em Administração Pública.

Os concursos públicos são um investimento em médio e em longo prazo, e o ideal é que você tenha também um plano de curto prazo, se for essa a sua opção. Há quem trabalhe no setor privado até conseguir ser aprovado. Também há aqueles que priorizam uma aprovação em concursos menos concorridos (e com menores salários e condições) para, então, viabilizar os estudos para a vaga definitiva.

Seja como for, o setor público é uma opção muito concorrida, mas também muito interessante no Amapá. A quantidade de vagas e de oportunidades acompanha as médias brasileiras.

Áreas de tecnologia

A evolução tecnológica (e do mercado de trabalho com base nas tecnologias) permite que uma série de trabalhos se tornem remotos quando, antes, precisavam ser executados presencialmente. Então, para além das vagas tecnológicas propriamente ditas, há uma infinidade de profissões no modelo home office que passam a ser possíveis no Amapá.

Essas vagas costumam abranger serviços de Marketing Digital, profissionais que oferecem formação EAD ou cursos voltados a necessidades específicas e áreas de Tecnologia da Informação as mais diversas.

Além disso, há a possibilidade de abertura de lojas e de comércio online nos modelos drop shipping ou marketplace, além de e-commerces de todos os tipos e tamanhos.

Quanto ao setor formal de tecnologia, destacam-se algumas áreas das Engenharias, como é o caso da Engenharia de Produção. Os mais variados campos da Ciência da Computação também têm alta empregabilidade, principalmente nos regimes de CLT.

Todas essas opções configuram um quadro conhecido de carência de profissionais de TI no Brasil, o que levou o jornal Estado de S. Paulo a publicar uma matéria demonstrando como, nos piores cenários econômicos brasileiros dos últimos anos, havia mais de 5.000 vagas não preenchidas para Tecnologia da Informação.

O Amapá acompanha essa tendência e, inclusive, há inúmeros casos de empresas do Sudeste que contratam especialistas para trabalhar a distância. São evoluções do mercado formal e informal que desterritorializam a distribuição das vagas de tecnologia no Brasil.

Áreas médicas

Segundo o site Jovens Médicos, a média de médicos por habitante no estado do Amapá é de 1,05. Esse número é menos da metade da média nacional, e é de se esperar que mais profissionais sejam contratados nos próximos anos. Além disso, a área de Saúde, sobretudo nos hospitais públicos, tradicionalmente apresenta mais vagas que profissionais, o que é outro ponto favorável aos novos doutores.

Esses profissionais costumam ser absorvidos pelo mercado ainda durante o curso de Medicina, mais especificamente no momento da residência. Os residentes são generalistas e atuam como clínicos gerais (para outras funções, uma especialização e a conclusão da própria residência são exigidos).

De forma geral, os profissionais da área de Saúde também têm uma situação privilegiada graças a alguns aspectos econômicos mais atuais que influenciaram sua profissão. Além disso, as faculdades na área de Saúde estão em alta, entre outros motivos, porque:

  • o envelhecimento da população brasileira, que aumenta a necessidade de medicina preventiva ou corretiva;
  • o aumento dos investimentos públicos na prevenção das doenças, o que emprega mais médicos.

É importante salientar que, quando falamos da área de Saúde, não estamos nos referindo apenas à empregabilidade dos médicos.

Fisioterapia, Enfermagem, Odontologia (e suas inúmeras e recompensadoras especializações) são ótimas oportunidades de carreira. Os profissionais de Radiologia também devem ser muito requisitados no estado. Ainda, o curso de Farmácia tem se mostrado uma ótima opção para quem quer ingressar na área de Saúde na região.

As principais atividades econômicas do estado

Como você já deve ter percebido, é impossível falar em oportunidades de trabalho sem examinar a economia do Amapá. O cerne dessas discussões são as atividades econômicas em alta, já que são elas que determinam as relações econômicas e profissionais nos limites do estado.

Abaixo, vamos abordar essas atividades, dando destaque para a forma como elas influenciam o panorama econômico geral e relacionando esse panorama com as profissões.

Extrativismo mineral

A mineração é uma atividade que começou há dois séculos no Amapá. Como vimos na abordagem histórica desse estado, ela esteve presente muito antes de ele ser reconhecido como unidade federativa brasileira.

Especula-se que a maior parte do potencial mineral do Amapá ainda esteja inexplorado. O solo de muitas das suas regiões é rico em tantalita, columbita, manganês, ouro, cassiterita, bauxita e ferro, apenas para citar os minerais mais comuns.

É importante salientar que não é só a indústria extrativista que se beneficia de uma região rica em minerais. As pesquisas biológicas e geológicas costumam acompanhar essas atividades econômicas, de modo que sempre são necessários capital intelectual e aparatos técnicos desenvolvidos por acadêmicos e pesquisadores.

A mineração, como é sabido, é também uma atividade de muito impacto no meio ambiente. Assim, ela demanda profissionais que façam cumprir as regras de proteção e de sustentabilidade, como é o caso dos biólogos e de técnicos em biossegurança.

Extrativismo vegetal

Embora a primeira riqueza vegetal que venha à mente seja a borracha das seringueiras, o Amapá também extrai e comercializa outras plantas, frutos, grãos e cereais. Como exemplo de produto muito visado nos últimos anos está a castanha, comercializada com todas as regiões do país.

O açaí é a fruta mais valiosa e recebeu, em meadas de 2019, segundo o site G1, um investimento de 7 milhões do governo federal, visando a incentivar a modernização dos seus métodos de produção e de exportação.

Iniciativas como essas motivam a contratação de profissionais que interferem positivamente na cadeia produtiva. Por exemplo, a demanda por técnicos e tecnólogos da área de Tecnologia da Informação (TI) ou engenheiros da área de Controle e Automação acaba aumentando.

Pesca

O pescado é um dos maiores produtos de exportação do Amapá. Esse estado, cujo noroeste é banhado pelo Oceano Atlântico, recebeu incentivos em 2019, com a criação dos Centros Vocacionais Tecnológicos (CVT’s) — unidades interdisciplinares que visam a modernizar os métodos de pesca e de transporte.

Segundo dados do Sebrae, desde o fim dos anos 1990, o Amapá recebe investimentos que almejam transformar sua costa em um polo pesqueiro referência dessa atividade extrativista no Brasil.

Tradicionalmente, essa pesca é artesanal, e o crescimento das atividades esbarra na falta de mão de obra qualificada. Isso envolve o trabalho de vários profissionais, inclusive de professores de cursos técnicos.

Pecuária

As regiões de pastagens, assim como o rebanho total do estado do Amapá, crescem de maneira mais ou menos constante, segundo o Centro de Sensoriamento Remoto (CSR) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Essa atividade é um reduto de oportunidades em todo o Brasil e demanda tanto mão de obra quanto profissionais estratégicos envolvidos no planejamento e na implementação de melhorias técnicas.

Também são necessários pesquisadores para desenvolver soluções mais eficientes e baratas para problemas como a Febre Aftosa. Essas necessidades estendem-se tanto ao rebanho bovino quanto ao bubalino.

Espera-se que o estado consiga entrar de vez no ranking da produção nacional, já que suas terras são propícias às criações. Em 2018, o estado do Amapá já contava mais de 340 mil cabeças de gado, segundo o mesmo CSR da UFMG.

Onde estão as oportunidades de emprego no Amapá

Entre essas diferentes áreas, quais são as que apresentam as melhores oportunidades de emprego? O Amapá é um estado com economia a ser desenvolvida, um celeiro de produção e venda ainda inexplorado.

Para um jovem estudante prestes a se decidir pela profissão que vai desenvolver vida afora, quais são os melhores caminhos a seguir? No momento de fazer escolhas como essas, é interessante levar em conta que os mercados aquecidos agora podem ter sido esquecidos daqui a quatro ou cinco anos.

Então, a melhor abordagem para responder a essa pergunta é sempre aquela que examina tendências, mas as conjuga às habilidades naturais que o estudante apresenta. Não se trata de falar em “dons” ou “talento”, mas de aptidões que você tem gosto, disposição e tempo para desenvolver.

No tópico anterior, abordamos essas tendências por meio do exame de investimentos públicos em setores os mais diversos e sua relação com certas atividades profissionais. Tenha em mente, no entanto, que o mercado de trabalho é dinâmico, e estabelecer-se nele depende muito mais da capacidade de adaptação do que do curso escolhido.

Como aproveitar as oportunidades nesse estado

As oportunidades de emprego no Amapá só podem ser aproveitadas por meio do estudo e especialização constante. Para aproveitar os cenários favoráveis que devem se apresentar nos próximos anos, você precisa investir tempo e dinheiro em qualificação profissional.

Nesse sentido, o ensino superior, seja na modalidades presencial, seja na modalidade EAD, é determinante para seu crescimento. E não se trata apenas de decidir qual curso fazer, mas também como fazê-lo, já que o percurso da graduação define muito o profissional que você vai se tornar.

Em outras palavras, não basta escolher um curso superior com base nas melhores áreas da economia do Amapá e suas projeções para os próximos anos. Também é necessário planejar o período de formação e ter um plano de carreira coerente e consistente.

Então, a maior dica resultante deste artigo é: conheça a economia do Amapá, descubra seus movimentos de crescimento e de recessão e tenha planos para se adequar às mudanças, usando os caminhos econômicos de modo que eles proponham novas abordagens à sua carreira.

Ninguém pode prever com 100% de acerto os movimentos da economia do Amapá, mas é perfeitamente possível interpretá-los e usá-los a favor de bons movimentos profissionais, pensados como se fossem jogadas estratégicas em um tabuleiro de xadrez. Planejamento e adaptação são as palavras que você deve ter em mente de agora em diante, se quiser prosperar em uma profissão, qualquer que seja ela.

E se tiver interesse de seguir os estudos sobre essas jogadas que a economia do Amapá permite aos estudantes, não deixe de ler nosso artigo sobre o PIB do Amapá e os mercados que mais contribuem para ele.

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